Comeback Kid – “Losing Sleep”

Recentemente, a banda canadiense Comeback Kid lançou o vídeo da música “Losing Sleep” que faz parte do seu último álbum “Die Knowing”, de 2014.

O tema conta com a colaboração do português Poli Correia, vocalista da banda de hardcore portuguesa Devil in Me e que também é conhecido por Sam Alone no seu projecto a solo. Com a brutalidade a que os Comeback Kid já nos habituaram, a sua música é enérgica, com riffs rápidos e capazes de fazer mexer qualquer plateia.

O vídeo pode ser visto e escutado aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=1AQAq5WjVTk

Texto: João Alves

Allen Halloween – Adeus Dog

Enquanto pensava na música do dia, cai algo mágico à frente dos meus olhos. Allen, mais conhecido por Allen Halloween, partilha mais um tema na sua página de facebook. O rapper tem andado a lançar músicas, que poderão vir a fazer parte do seu próximo trabalho, a conta gotas.

Para quando um álbum novo? Não sabemos. Com Allen tudo pode acontecer. Até agora podemos disfrutar de alguns temas, que já foram lançados na internet, como: Livre Arbitrio, Rapazes do Campo, A Casa do Mickey Mouse.

A mais recente música chama-se: Adeus Dog, que dá a entender na letra, e imagem representativa do tema, ser direccionada a um amigo que o rapper perdeu. Com uma batida incrível, à qual Allen já nos habituou, e uma letra genial. É uma música para se ouvir e estar sempre em replay.

Texto por João Alves

O que seria do mundo se a música nunca tivesse existido? Como seria a vossa vida sem a música?

Música… algo que entra pelos ouvidos e é sentido de maneira única. É fantástico o misto de sensações que podemos sentir, ao ouvir uma música. Uma só canção pode resumir a nossa vida em 3/5min ou algo por que já tenhamos passado e isso é, simplesmente, qualquer coisa de fascinante e apaixonante.

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O que seria do mundo se a música nunca tivesse existido !? Bem não sei, mas muito provavelmente não teria o mesmo encanto. É complicado, quase impossível explicar ou tentar imaginar o mundo sem música porque felizmente vivemos num planeta onde há ar para respirar e onde podemos disfrutar de uma das artes mais incríveis de todo o sempre, chamada música.

Agora, responder à pergunta é o mais complicado deste desafio, o que seria da minha vida sem música!? Basicamente, não seria nada porque para mim a vida não faria sentido. A música é como fosse o oxigénio que respiro, se ma tirassem não iria aguentar muito tempo e morria, só pode!

As palavras serão sempre poucas, para descrever o que a música significa para mim. Sempre que ponho os meus headphones e de seguida clico no play, parece que sou transportado para outro mundo, para o meu próprio mundo, onde entro numa cúpula, e esqueço tudo o que está à minha volta, é como se fosse eu e ela (a música), mais ninguém, e é aí que ela fala comigo. Podemos ter familiares e amigos, com quem sabemos que podemos contar, que estarão lá para tudo, sem dúvida que estão e não coloco isso em questão. Mas muitas vezes, só a música me compreende, por vezes até posso sentir-me perdido na vida, mas é ela (a música), que me diz ao ouvido: Hey João!… acorda, não estás sozinho neste mundo. É uma terapia brutal. Fico banzado, quando há pessoas que me dizem, ai… e tal, não ligo muita a música. A minha pergunta é muito simples: como é que é possível !? Se a música, é uma das melhores coisas que temos nesta vida. De uma coisa tenho a certeza: a vida dessas pessoas, deve ser uma seca e cabe a pessoas como eu, apaixonadas por música, mudar essa pequena grande coisa na vida dessas pessoas. É quase impossível explicar tudo isto em meras palavras porque esta arte sente-se.

Texto por: João Alves

Stick to Your Guns – Left You Behind

Stick to Your Guns, um nome pouco conhecido para muitos, mas que passo a apresentar. Banda americana de hardcore/melódico hardcore/metalcore, que nasceu em 2003, mas que já dá muito que falar e acaba de lançar o seu quinto álbum de estúdio, intitulado Disobedient.

Por isso, para música do dia, escolho um tema desse mesmo álbum. Left You Behind é a música de Stick to Your Guns, que mais me marcou, até aos dias de hoje, e que agora não consigo parar de ouvir, devido à carga emocional imposta na letra. É algo que foge um pouco ao que a banda está acostumada a fazer, é verdade, mas por vezes sabe bem sair da nossa zona de conforto e explorar novos terrenos. Não sei se essa era a intenção dos rapazes! Sei que está algo muito melódico, a atirar para o pop. Mas não quero saber, gostei imenso do resultado final e considero que, foi uma aposta ganha.

Texto por: João Alves

Tool – “The Pot”

Para acabar a semana da melhor maneira, recorro a uma música que não ouvia há algum tempo e que me deixa um pouco nostálgico. Há melhor maneira do que terminar a semana com uma música de Tool!? Acho que não, porque são uns senhores que escusam apresentações e basta pôr os headphones para sentir a música.

Por isso, escolho um dos maiores clássicos da banda, “The Pot”, um tema pertencente ao último álbum, “10,000 Days”. Uma música com muita força e de uma técnica de execução fabulosa. Acho que uma banda como os Tool, não se descreve em palavras, mas sim sente-se do primeiro ao último minuto de cada música.

Texto por João Alves

Qual é a vossa música preferida dos “The Beatles” e porquê?

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Sou novo de mais para ter apanhado o grande fenómeno chamado “The Beatles”… infelizmente. Mas não é por isso que vou deixar de responder a este desafio, que achei bastante interessante.

Não tenho a certeza com que idade é que ouvi a primeira música desta banda histórica, mas foi antes de começar a ter aquele gosto especial por música. Penso que faz parte da cultura geral de uma pessoa. Nunca ouvi um álbum do início até ao fim, é algo que não devia dizer eu sei, mas acho que com 20 anos é que tenho “cabeça” e “ouvidos” para entender o quão importantes foram os Beatles para o mundo da música, influenciando bandas que ouço hoje em dia. Tive a minha fase “armado em miúdo intelectual”, em que ouvia os principais clássicos, mas não percebia bem o que estava a escutar, ouvia só porque era “fixe”. Tipo: aquelas raparigas de 14/16 anos que usam camisolas dos Ramones, só para o chamado “Swag”, ou “Estilo” em bom português, mas que mal sabem de que banda se trata. Assim era eu com os Beatles. Continuo a não ouvir muito, confesso, mas sem dúvida que ouço com outros “ouvidos” e com a mente mais aberta.

A minha escolha vai para a música “And I Love Her”, originalmente gravada em 1964 para o álbum “A Hard Day`s Nigth”, composta pelo cantor e baixista Paul McCartney, para a sua namorada da altura.

Uma música com um arranjo fantástico e com uma letra que deixa qualquer miúda nas nuvens. As razões são mais que muitas para amar e pôr no “repeat” vezes sem conta.

Texto por João Alves

Opeth- “Damnation”

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Sendo eu o responsável pelo álbum desta semana, recuo até ao ano de 2003 para falar sobre Damnation, dos Opeth.

Damnation foi o sétimo álbum de estúdio da banda, que teve ajuda na sua produção de Steven Wilson músico e produtor inglês, conhecido pelo seu trabalho na banda Porcupine Tree.

É um álbum de Rock Progressivo, que nos leva às “nuvens” do início ao fim, com as suas melódicas canções e com os seus fabulosos arranjos de guitarra.

Com músicas como: Hope Leaves, To Rid the Disease, In My Time of Need, torna se um álbum com grandes êxitos.

Consegue ser um dos melhores trabalhos da banda até aos dias de hoje, pois mostra bem a sua potencialidade.

Sem dúvida que é um álbum para viajar e amar até ao fim.

Texto por: João Alves