Tom Chaplin- “It’s Over”

Tom Chaplin, durante a última década vocalista dos Keane, promete um álbum a solo para este ano.
Depois de uma década de sucesso com os Keane, quatro álbuns e um EP editados, vários prémios prémios Ivor Novello e Brit Awards entre outros, e tours intensos e cansativos, os Keane decidiram fazer uma pausa. Compor as suas vidas pessoais e dedicarem-se a outros projetos, com menos “pressão”. Jesse Quin e Tim Rice-Oxley estarão a compor o segundo álbum para o seu projeto Mt Desolation, e Tom Chaplin aproveitou para se dedicar ao seu primeiro álbum a solo que tem vindo a ser falado e desejado pelas fãs do cantor desde há alguns anos. No soundcloud Tom vai partilhando algumas demos e no twitter algumas fotografias sugestivas.
São melodias doces, e a sua voz imponente a contar histórias baseadas na época de dependência de drogas e álcool por que passou, até chegar ao (aparente) estado de paz em que se encontra.
Terá o álbum, no entanto, o que é necessário para triunfar a solo? Eu arriscaria dizer que não terá a alma nem a força que os Keane conseguiam ter. Mas esperemos para ver.
Aqui fica uma demo de “It’s Over”.

Texto por: Rita Silvestre

Diabo na Cruz – Luzia

Desde o concerto de dia 26 de fevereiro, no teatro Tivoli, que pouco mais coisas tenho ouvido que não seja Diabo na Cruz.. Assim sendo, vejo-me forçada a escolher como música do dia uma deles.
Tendo o concerto sido tão contagiante e energético, o momento mais calminho bonito foi a versão de “Luzia” em acústico, com a voz poderosa de Jorge Cruz e um adufe em palco. E é essa a música que partilho hoje.
“Luzia” faz parte do segundo álbum, de 2012, e é uma das minhas preferidas de toda a coletânea dos três álbuns.
Texto por Rita Silvestre

Wilder Mind de Mumford and Sons

Os Mumford and Sons têm novo álbum, “Wilder Mind”, previsto para Maio deste ano, e aqui está o primeiro single.
 
 
De acordo com entrevistas, e ouvindo a música, a sonoridade folk que os caracterizou nos primeiros álbuns irá desaparecer. Será um álbum com mais guitarra e sintetizadores. Marcus Mumford diz, em entrevista à revista Pitchfork, que não queriam fazer uma nova versão de “Babel” (o segundo álbum) e que se sentiram bem a explorar novos sons.
Este novo single suscitou já uma divisão entre os fãs: há os que apoiam a mudança e os que chegam ao extremo de chamar a banda de traidores. Quando uma banda muda é criticada, quando não muda também é criticada.
Na edição deste ano do NOS Alive será possível vê-los, no palco principal, no dia 10 de Julho.
Texto por Rita Silvestre

Mumford and Sons no NOS Alive

A banda de folk inglesa estará presente no palco principal do NOS Alive no dia 10 de Julho, no passeio marítimo de Algés.

Depois de um período de susto para a banda, família e fãs devido a um tumor na cabeça de Ted Dwane, baixista da banda, que obrigou a uma cirurgia de emergência e cancelamento de diversos concertos, os Mumford and Sons regressam, com a saúde recomposta, ao nosso país para receberem o carinho do público português e darem nos a ouvir as suas músicas, dos álbuns Sigh no More (2009) e Babel (2012).

Aqui fica I Will Wait, que os projetou para o topo dos tops de músicas por todo o mundo em 2012.

Texto por: Rita Silvestre

Lindsey Stirling – Phantom of the Opera

Lindsey Stirling é a artista que escolhi para hoje: uma violinista americana de 28 anos com um talento indescritível. Para além de nos transportar para outro mundo com o violino, Stirling ajuda-nos nessa viagem com os seus movimentos de dança “estranhos” (como poderão comprovar pelos vídeos) sendo ainda uma grande compositora e intérprete.

Abaixo deixo-vos um medley do Fantasma da Ópera em violino:

Texto por: Rita Silvestre

The Staves – “Facing West”

Um trio de irmãs britânicas com vozes doces e melodias cativantes. As Staves são compostas por Emily, Jessica e Camilla Staveley-Taylor.

Com três EP’s e um álbum no mercado, a sua carreira está ainda no início, no entanto o seu talento é reconhecido pelos colegas. Atuando como banda de abertura para Mt Desolation no seu tour do Reino Unido em 2010 (sendo Jessica um membro integrante da banda), e nos Estados Unidos para The Civil Wars e Bon Iver em 2012, as suas atuações marcantes ocorreram em 2013 no festival de Glastonbury. Têm várias parcerias com bandas britânicas como The Vaccines ou Mumford and Sons.

Um exempo do seu talento ao vivo, aqui fica Facing West, gravada ao vivo num dos concertos de abertura para Mt Desolation, em Leeds.

Texto por Rita Silvestre

Qual é a vossa música preferida dos “The Beatles” e porquê?

beatles

Por motivos relativamente óbvios a minha música preferida dos The Beatles é “Lovely Rita”, incluída no álbum Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band de 1967 (modéstia à parte).

Desde criança, a par de Nikita (minha alcunha dada pela família) de Elton John, é a banda sonora do meu nome. É a música que punham a tocar para dar a conhecer que gostavam de mim, e ganhou um espacinho no meu coração.

Escrita e cantada por Paul McCartney, apresenta sons inovadores como o uso dos sintetizadores, ou de papel e um pente, o que faz com que seja uma música de referência. É impossível ouvir sem “abanar o capacete” (por mais ligeiramente que seja) ou bater o pé.

Texto por Rita Silvestre