Vera Brito

My taste in music ranges from “you need to listen to this” to “I know, please don’t judge me”.
Desconheço o autor desta frase mas gosto de pensar que posso ser eu, já que muita música sempre chegou a mim através de partilhas e sem preconceitos.
Ir a concertos é como respirar, guardo memórias inesquecíveis de muitos e já planeei viagens em sintonia com algumas tours.

Sou ouvinte fiel de Dave Matthews Band, Radiohead, The National, Arcade Fire ou Queens of the Stone Age e alimento vícios mais recentes como Chet Faker, Moullinex, Linda Martini ou James Blake.

texto por Vera Brito

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Patrícia Cunha

Desde pequena me sinto ligada à música. Não me lembro de um único dia em casa em que não houvesse um rádio ligado ou um cd na aparelhagem do meu pai. Cresci a ouvir Scorpions, Guns N’ Roses, Ramones, Pink Floid, Genesis. Tenho um gosto bastante ecléctico , desde One Direction a Eagles, de Example a Michael Bublé. Ouço muita música Pop mas para espanto de muitos tenho uma grande paixão por Rap e Hip-Hop. Os primeiros cd que comprei e por isso considero os que mais me marcaram foram Spiceworld das Spice Girls e Be Here Now dos Oasis.

texto por Patrícia Cunha

Zé Revés

Sempre tive interesse em conhecer as características de cada álbum e o contexto específico que esteve na sua origem através de sites como “Allmusic” ou “Pitchfork”, desde “monumentos” como “The Wall”, de Pink Floyd, até à pureza de “Five Leaves Left”, de Nick Drake. A prática da guitarra elétrica e imitação de bandas como Pearl Jam, Guns N’Roses ou Megadeth não impediu que adquirisse, em 2006, o “Pratica(mente)”, de SamTheKid, talvez prenunciando a sua (re)descoberta recente como um álbum de uma riqueza impressionante.

texto por Zé Revés

João Catarino

Nascer e encontrar uma irmã mais velha e apaixonada por música fez com que tivesse contacto com esse universo desde que nasci. Influenciado por ela, comecei a ouvir muita música e a ir a concertos desde cedo, tornando-me também um apaixonado por esta arte.

Aos 10 anos tornei-me fã dos U2. Considero Achtung Baby o melhor álbum de sempre e a Zoo TV a melhor tour. Gosto também de outras bandas, mas todas a uma enorme distância dos irlandeses. Em Portugal Sérgio Godinho é o meu preferido e os Braindead a melhor banda rock. Only Pain Is Real dos Silence 4 o melhor disco.

texto por João Catarino

Blog pessoal: http://catarinostation.blogspot.pt/

Mayra Russo

Nascida em casa de “bamba”, a música popular brasileira sempre foi a minha banda sonora. Formada em jornalismo e apaixonada por tal carreira, o entrelaço da música e da profissão não foi muito difícil de acontecer. Livro, chocolate e música são sempre bem-vindos. O livro “Tim Maia – Vale Tudo” tem lugar privilegiado na minha estante. Ouço no repeat vezes sem conta o álbum “Sim”, da Vanessa da Mata, e levo como lema de vida a música “Pro Dia Nascer Feliz”, de Cazuza.

texto por Mayra Russo

Blogue pessoal: http://oladobdamusica.wordpress.com/

Rita Silvestre

Uma engenheira do ambiente que ambiciona ser uma mistura de Gonçalo Cadilhe com Teresa Lage (muito parecido eu sei).
A ida a concertos é um vício. O gosto por relatar estes eventos surgiu recentemente mas resolvi perseguir o sonho. E aprender mais. E poder partilhar esse gosto e essas opiniões com público mais geral.
Como banda terei que nomear os Keane. Como concertos marcantes tenho inúmeros entre Bryan Adams, Michael Bublé, Mika e John Mayer. Tenho desenvolvido também interesse pelas músicas dos 70’s, 80’s e 90’s.

texto por Rita Silvestre

Blog pessoal: http://umblogchamadoaqui.blogspot.pt/

Laura Pinheiro

Não passo um dia sem ouvir música, porque a música é o meu oxigénio. Acho piada aos comentários dos meus familiares e amigos, ao dizerem: “Como é que possível uma rapariga que toca violino e ouve música clássica, gostar de metal?”, na minha opinião, todos os géneros musicais têm a sua beleza natural, a qual deve ser apreciada a todos os níveis. Não sei dizer quais são os meus cantores ou bandas favoritas, gosto de tantos que para mim, escolher é uma tarefa quase impossível. Tenho como objetivos mostrar ao mundo que música não é apenas aquilo que se vê ou que se ouve, mas aquilo que se sente cá dentro.

texto por Laura Pinheiro