O meu futuro… na música!

A futurologia está entre as coisas que mais gosto de fazer. Não a título pessoal (deixemos essa tarefa para as Mayas desta vida) mas sim no âmbito musical – quais serão os hits dos próximos tempos, as promessas do amanhã, os nomes que farão parte dos cartazes dos festivais e por aí fora, desde que haja paciência, tempo e vontade para tal.

Uma vez que este desafio exige que o foco seja mais pessoal, será sempre um excelente complemento vitamínico para a imaginação e que acabará por resvalar para o domínio do sonho. Ora que suplício o meu, este.

Comecemos pelos concertos. A whislist é interminável, mas há pelo menos 3 nomes essenciais que quero ver ao vivo desde sempre: Beyoncé, Justin Timberlake e Rihanna. Quão ridículo sou por estar a afirmá-lo, quando nos últimos 2 anos tive oportunidade de os ver a todos por estas bandas e deixei que me escapassem? Resta-me mantera esperança de vê-los num futuro próximo e – para consolo meu – pensar que estarão mais evoluídos e experientes que da última vez. Se nos referirmos a um futuro imediato, então aí – atenção senhoras promotoras, esta é para vocês – surgem-me à cabeça os nomes de London Grammar, La Roux, The Maccabees, Glass Animals, Marina and the Diamonds ou FKA twigs.

No campo das entrevistas sou muito mais comedido. Ainda tenho um certo receio em pensar nessa possibilidade cada vez mais premente, mas um dia quando já tiver bagagem (e coragem) para tal, gostava muito de entrevistar a Capicua e a Gisela João, pois para além de talentosas, são mulheres interessantíssimas com fortes convicções, bons argumentos e uma honestidade desarmante. Ana Moura e David Fonseca também estão na minha lista de desejos. A título internacional nem sequer formulo quaisquer palpites, pois o mais certo era cair redondo no chão antes mesmo de conseguir articular qualquer palavra.

Agora, um pouco mais complicado. Tentar imaginar onde estarei daqui a 10 anos. Espero que a trabalhar em contacto directo com música, numa publicação ou num outro projecto relacionado. Até porque não sei ser feliz de outra forma. Gostava de ser um divulgador de novos talentos, nacionais e internacionais, gostava de ter credibilidade para poder ditar tendências ou, simplesmente, ter a capacidade de tocar e inspirar os que me lêem, honrando sempre a música e os seus artistas.

I wanna get out and build my own home
on a street where reality is not much different from dreams I’ve had
A dream is all I have

texto por Gonçalo Dias

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