Deolinda “rock ’aram” no Casino Lisboa

Deolinda regressaram pela 4ª vez ao Casino de Lisboa para dar mais um concerto muito divertido e animado aos portugueses e a todos os presentes naquele momento.

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Ana Bacalhau, Pedro da Silva Martins, Luís José Martins e José Pedro Leitão encheram o Casino com muita animação, muita música, muitos sorrisos e o mais importante, partilharam com os portugueses música portuguesa, uma arte admirável. “Somos sempre muito bem recebidos aqui no Casino”, afirmou o contrabaixista, enquanto os restantes artistas asseguraram que após o concerto sentiam-se muito satisfeitos, “pois o público reagiu muito bem”.

De música para música o público batia palmas, e todo animado cantava juntamente com a vocalista que deslumbrava com o vestido preto no arena lounge. Cantavam as músicas mais populares e mais cativantes, nomeadamente “Fon Fon”, “Seja Agora”, “Um contra o outro”, “Mal por Mal”, “Passou por mim e sorriu” e entre outras.

O grupo musical português, de momento não está a pensar num 4º álbum. “Provavelmente em janeiro já iremos começar a pensar e a trabalhar sobre o assunto”, referiram.

Deolinda têm viajado um pouco por todo o mundo, deixando a sua ‘marca’, expondo que o público estrangeiro reage muito bem aos concertos, apesar de a língua ser diferente, a reação é bastante positiva e são muito bem acolhidos.

O concerto de Deolinda no estrangeiro que mais marcou este grupo musical português foi o primeiro de todos, em Leuven na Bélgica, num “auditório incrível”, afirmou o contrabaixista. Já em Portugal, muitos são os concertos marcantes “na nossa ainda curta mas intensa carreira” declarou Ana Bacalhau. Alguns exemplos são o primeiro no coliseu, no Sudoeste, no CC das Caldas, mas Pedro da Silva Martins afirmou que existe outros concertos que marcam de maneira diferente, por exemplo uma das primeiras vezes que saíram de Lisboa, quando foram tocar à freguesia do campo, em Valongo. “Estavam apenas 10 pessoas presentes, porque estava haver um jogo do Benfica, ninguém nos conhecia e tivemos ali a tocar para um vale, a ouvir o nosso próprio eco, a nossa própria música, tivemos ali um concerto de corpo e alma e isso também é marcante”, expôs o guitarrista.

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O Grupo de música popular portuguesa tem demonstrado ao longo da sua carreira que é capaz de atuar em qualquer palco, desde auditórios, concertos ao ar livre, festivais e entre outros. Ana Bacalhau destacou  que  a Deolinda é uma sobrevivente e tem mau feitio, porque “quando dizem que ela não é capaz ela vai e tumba”. É um bocadinho essa  atitude rock n’ roll que nós temos, basicamente Deolinda Rock”.

Os músicos referiram que a música portuguesa está a viver um   momento muito feliz em quase todos os níveis, tanto cantado em português,   como em inglês e a nível instrumental também. “É um momento     muito feliz na nossa geração porque estão a contribuir    para   enriquecer”, realçou o contrabaixista. Deolinda em três palavras são “música em português”, conclui José Pedro Leitão.

Texto por: Laura Pinheiro

Fotos por: Ricardo Gomes

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